Jacó acordou e foi ao banheiro lavar o rosto. Olhou-se no
espelho, viu seu rosto e sabia: aconteceu novamente. Banhou-se, vestiu-se,
tomou café da manhã e foi trabalhar. No caminho cumprimentou o pastor da igreja
com admiração e seguiu seu rumo.
Chegando ao trabalho, recebeu a agradável notícia de sua
promoção. Esses fatos faziam com que dentro de Jacó nascesse um sentimento de
satisfação. Afinal, após anos de estudo e dedicação começava ele a colher
ótimos frutos de reconhecimento. Saindo ele para o almoço, ao olhar para alguns
veículos um sentimento muito estranho despertava em Jacó. Ele não sabia o que,
mas algo naqueles carros e caminhões lhe era enigmaticamente familiar. Ao final
do dia, cansado do trabalho, Jacó recolheu-se aos seus aposentos e
dormiu. Cada dia que passava ele se sentia diferente.
Heitor acordou e foi ao banheiro lavar o rosto. Olhou-se no
espelho, viu seu rosto e sabia: aconteceu novamente. Banhou-se, vestiu-se,
jantou e foi festar. No caminho cumprimentou o dono de uma boate com admiração
e seguiu seu rumo.
Chegando ao bar já pediu a melhor bebida. Encontrou Guilherme, Fernanda, Eduardo e Debora. Com eles passou a noite conversando sobre futebol, política, mulheres e sobre a possível raça do vira-lata que entrou no bar sem ninguém perceber e cheirou a mão de Debora. Após horas sentado ali, Heitor se levantou, despediu-se dos amigos, pagou a conta e foi para casa. Saindo ele do bar, ao olhar para alguns veículos um sentimento muito estranho despertava em Heitor. Ele não sabia o que, mas algo naqueles carros e caminhões lhe era enigmaticamente familiar. Ao final da noite, cansado do álcool, Heitor recolheu-se aos seus aposentos e dormiu. Cada dia que passava ele se sentia diferente.
Chegando ao bar já pediu a melhor bebida. Encontrou Guilherme, Fernanda, Eduardo e Debora. Com eles passou a noite conversando sobre futebol, política, mulheres e sobre a possível raça do vira-lata que entrou no bar sem ninguém perceber e cheirou a mão de Debora. Após horas sentado ali, Heitor se levantou, despediu-se dos amigos, pagou a conta e foi para casa. Saindo ele do bar, ao olhar para alguns veículos um sentimento muito estranho despertava em Heitor. Ele não sabia o que, mas algo naqueles carros e caminhões lhe era enigmaticamente familiar. Ao final da noite, cansado do álcool, Heitor recolheu-se aos seus aposentos e dormiu. Cada dia que passava ele se sentia diferente.
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