sábado, 27 de novembro de 2010

Rio de Janeiro

Passei os últimos dias acessando constantemente aos sites de notícia para ver as novas sobre a 'guerra' que se deflagra no Rio. Uma cidade maravilhosa, que eu já tive a oportunidade de visitar duas vezes e como diria minha professora de espanhol, uma cidade para se ir sempre de novo. Mas essa cidade também sofre com o tráfico de drogas e enfrenta agora um desafio enorme, mas também ganhou uma chance de ouro.
Sei que isso não é a coisa mais cristã para se falar (e se você não concorda, sinta-se a vontade para comentar), mas defendo a ideia da polícia subir o morro e passar o fogo nos traficantes. Digo isso porque não acredito que aqueles traficantes todos resolvam acordar amanhã e pensar:"Bom, acabaram com minha boca de fumo, então vou fazer um curso no Senai e arranjar um emprego.". Infelizmente, não acredito em solução para essas pessoas. Mas como disse acima, se você discorda, incentivo-te a comentar! Eu prefiro olhar para o passado para depois olhar para frente.
Na décade de 90, 600 soldados do exército tomaram duas favelas no Rio de Janeiro. A população aprovou, gostou da ideia. Afinal, aqueles bandidos não podiam continuar fazendo o que queriam! Passados 16 anos o governo federal anuncia que 800 homens do exércido serão mobilizados para auxiliar na tomada de uma favela. Mas e aí, o que vai ser feito depois? Os policiais e soldados descerão o morro e irão para onde? E o que vai ficar?
Ontem fui com uns amigos tomar uma cerveja no Festival da Cerveja aqui em Blumenau. Como não podia deixar de ser falamos sobre isso e sobre como esses meninos, que a 16 anos atrás eram crianças, tornaram-se nesses bandidos. A pergunta que eu quero fazer, e com isso olho para o futuro, é: Daqui a 16 anos vamos de novo sentar numa mesa de bar e lamentar a violência que existe no Rio e no resto do país, ou será que agora a coisa melhora de uma vez por todas? Difícil responer...

Nenhum comentário:

Postar um comentário